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PNL – Explicacao PNL e Coaching

PNL – Explicacao PNL e Coaching


PNL – Início do Estudo

John Thomas Grinder e Richard Wayne Bandler
John Thomas Grinder, psicólogo, então professor assistente do departamento de linguística da Universidade da Califórnia na década de 1970.
Richard Wayne Bandler, psicólogo e filósofo, também estudante da Universidade da Califórnia, é considerado um dos maiores nomes da sua geração no campo do desenvolvimento pessoal.
John e Richard, por se interessarem sobre o mesmo assunto, estudaram os ensinamentos de 03 (três) renomados Terapeutas da época:
  • Fritz Perls, psiquiatra, psicólogo e professor universitário foi o fundador da Escola Gestalt. A Gestalt-terapia é um modelo psicoterápico com ênfase na responsabilidade de si mesmo, na experiência individual do momento atual (chamado também de aqui e agora), no relacionamento terapeuta-consulente e na autorregulação e ajustamento criativos do indivíduo, levando em conta sempre o meio ambiente e o contexto social, que constituem o ser de um modo geral. Foi apresentada ao público através da publicação Gestalt-Theraphy em 1951,
  • Virginia Satir foi uma notável autora e psicoterapeuta norte-americana, conhecida sobretudo pela sua abordagem de terapia familiar e por seu trabalho com constelações sistêmicas. Ela também é conhecida por criar o “Virginia Satir – Change Process Model”, um modelo psicológico que foi desenvolvido através de estudos clínicos. Gurus organizacionais e de gestão da mudança das décadas de 1990 e 2000 abraçam esse modelo para definir como mudanças influenciam nas organizações, e
  • Milton Erickson foi um psiquiatra estadunidense especialista em terapia familiar sistêmica e uma das autoridades mundiais nas técnicas de hipnose aplicadas à psicoterapia. Foi fundador e presidente da Sociedade Americana de Hipnose Clínica, membro da Associação Americana de Psiquiatria, Associação Americana de Psicologia e da Associação Americana de Psicopatologia.
A partir dos estudos desses modelos, foi desenvolvida a Programação Neuro-Linguística (PNL). A partir desse momento, a PNL passou a ser aplicada como o processo de descoberta de padrões de excelência em qualquer estudo e, principalmente, nos padrões de pensar e se comunicar com eficiência pelas pessoas.
A PNL — Programação Neuro-linguística, é o estudo do aprendizado comportamental, ou seja, como o nosso cérebro percebe, codifica, organiza e armazena informações decorrentes de nossas experiências. Os comportamentos resultantes podem ser positivos ou excepcionais quanto limitantes ou ineficazes. Mas o foco é sempre a mudança para o comportamento de excelência, com objetivo da eficácia comportamental.
É o estudo das relações de cada um de nós com o nosso meio ambiente, em cada fase da nossa vida. A PNL nos explica as nossas reações em diferentes circunstâncias, como interagimos com o mundo ao nosso redor e como somos influenciados por ele. Cada um de nós pode repetir os comportamentos excelentes de outras pessoas ou de nós mesmos, em quaisquer contextos.
O psicoterapeuta Augusto Cury, em seus livros Ansiedade – Como enfrentar o mal do século e Ansiedade 2 – Autocontrole nos explica como o nosso cérebro em um tempo quase instantâneo consegue se lembrar de ações passadas que nos deixaram traumas e programar o nosso corpo a reagir a situações similares no presente. E essas reações normalmente não são compreendidas pelas pessoas ao nosso redor que não passaram por esses mesmos traumas.
Assim, podemos dizer que a PNL estuda e se ocupa da experiência subjetiva pessoal de cada um de nós. Abaixo, daremos uma pequena explicação dos significados das iniciais PNL:
  • Programação. Refere-se à maneira pela qual codificamos a nossa experiência. Realizamos internamente em nosso cérebro uma série de instruções que indicará como devemos reagir em determinadas situações similares do passado. Os resultados a serem alcançados e as consequências geradas em si e nos outros são resultados de nossos programas pessoais. Existem padrões de pensamentos e comportamentos pessoais que resultam em nossa experiência. Através do entendimento destes padrões individuais, poderemos codificar a estrutura de nossas próprias experiências e a dos próximos a nós.
  • Neuro. Refere-se ao nosso sistema neurológico, como utilizamos os nossos sentidos – visão, audição, tato, paladar e olfato – para filtrar as nossas experiência em padrões de pensamento, tanto conscientes quanto inconscientes. Uma vez que tornarmos os pensamentos como um hábito, estaremos definindo o nosso cérebro a agir sempre da mesma forma. A função da PNL é possibilitar o aumento de nossa consciência em relação ao sistema neurológico, coordenando-o como agir.
  • Linguística. Refere-se à forma de como usamos a linguagem para entender nossa experiência, como ela nos influencia a nós e aos outros. Nossos padrões de linguagem mostram como somos e como pensamos. Lembramos que a comunicação pode ser tanto verbal ou não verbal através de nossos gestos a diferentes situações.
Conforme encontramos em diversos sites da internet:
A PNL explora como os pensamentos (neuro)
são afetados por palavras (linguística),
levando à ação (programação).
O nosso sistema neuronal atua em acordo com os nossos pensamentos, criando sensações em todo o corpo, podendo ser alegres ou tristes, felizes ou traumáticas. Todas as nossas células estão em sintonia com o nosso pensamento. E, como os nossos pensamentos podem estar sintonizados não somente no momento do acontecimento mas também nas lembranças passadas ou possibilidades de situações futuras, podemos resumir o que nos acontece na seguinte sequência:
onde:
Todo o pensamento produz sentimentos, emoções que é reproduzido em todo o corpo. Isto acontece automaticamente, independente da vontade de cada um. O sistema neurológico já está programado para estas situações.
Para efeito de proteção do corpo, todo os sentimentos repercutem em comportamentos específicos, comportamentos estes que foram desenvolvidos ao longo da vivência de cada pessoa, ao longo de sua vida. Por isso que se pode observar comportamentos diferentes para cada tipo de pessoa quando se tem a mesma situação em comum.
Se os comportamentos não são agradáveis como respostas a determinadas situações e emoções, é necessário a alteração do significado das emoções que o desencadearam. E para alterar as emoções, deve-se ressignificar os filtros que geraram os pensamentos em questão.
Entenda: O que acontece com você durante a sua existência depende dos filtros que você aplica em seus pensamentos em relação aos acontecimentos, que geram seus sentimentos e comportamentos. Por isso é fundamental sempre se colocar na posição do outro para possibilitar aplicar outros filtros pessoais de entendimento das situações.
Por isso existe o seguinte ditado: Saia da sua zona de conforto e abra a mente para novos significados e opções. Se não o fizer agora, no futuro será colocado em situações que aprenderá pela dor a necessidade da mudança. A zona de conforto reduz os filtros de significados nos pensamentos, ocasionando os mesmos sentimentos e repetição dos comportamentos.
E a mudança obriga a cada um a coragem no caminho da mudança e o desafio de pensar e agir diferente das pessoas próximas. Tenha a coragem de ter mais opções de significados para os seus pensamentos, emoções e comportamentos. Pare de se igualar ao outros. Cumpra seus objetivos.

“Sucesso não se mede pela quantidade de conquistas que você obtem, mas pela satisfação que você sente em cada uma delas.”
Nilson Soares – O Pensador